Alguns criminalistas andam afirmando categoricamente que quando não há corpo, não há materialidade, e que sem materialidade não há crime.
Mas, não é isso que diz o Código de Processo Penal Brasileiro. Seu artigo 167 é claro: “Não sendo possível o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestígios, a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta”.
Ora, se falta a certeza física do corpo, que poderia levar assassinos à impunidade, não pode faltar a certeza moral de que o crime, de fato, aconteceu.
Neste caso, só o corpo está ausente, a materialidade não. Há prova testemunhal. Há indícios concretos. Há a ausência da presença de Eliza, que deixou para trás seu filho, sua mãe, seus sonhos, seu futuro…
A vítima perdeu-se da vida. Como? Só Deus e os culpados saberão dizer
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