Deputados pedem ao Ministério Público interdição da Cidade Administrativa

Deputados pedem ao Ministério Público interdição da Cidade Administrativa
Decisão foi tomada após denúncias de servidores sobre acidentes na sede do Governo

Sede do governo de Minas já é alvo de quatro investigações do Ministério Público
  • Sede do governo de Minas já é alvo de quatro investigações do Ministério Público
CRISTIANO TRAD – 22.6.11
Sede do governo de Minas já é alvo de quatro investigações do Ministério Público

Os deputados estaduais Rogério Correia (PT), Sávio Souza Cruz (PMDB), Paulo Lamac (PT) e Adalclever Lopes (PMDB), acompanhados pelos deputados federais Padre João (PT/MG) e Miguel Corrêa (PT/MG), além de representantes do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), Sindicato dos Servidores Estaduais da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde) e Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais e dos Trabalhadores da Indústria de Gás Combustível no Estado de Minas Gerais (Sindieletro), entregam nesta terça-feira (31) uma representação ao Ministério Público Estadual pedindo a interdição da Cidade Administrativa.

A decisão foi tomada após denúncias feitas por servidores estaduais alertando sobre diversas ocorrências no complexo, como a queda de janelas, desabamento de parte do teto do edifício Gerais e destelhamento no anexo da Casa da Brigada. Eles se dizem em pânico frente à possibilidade de ocorrer mais acidentes no local.

A sede do governo de Minas já é alvo de quatro investigações do Ministério Público, que apura denúncias feitas pelo deputado Rogério Correia sobre questões que vão desde superfaturamento, irregularidades nas licitações e problemas com a infraestrutura dos prédios, até a compra de móveis idênticos com preços diferentes.

Resposta
Em nota, a assessoria do Governo de Minas afirmou que um vendaval e uma forte chuva de granizo, que caiu sobre o local no sábado (28), ocasionaram a queda de três janelas nos edifícios Minas (14º andar) e Gerais (13º e 14º andar). As janelas, projetadas para permanecerem fechadas – principalmente em época de chuvas – estavam abertas.

A equipe de engenharia da Cidade Administrativa foi acionada e providenciou o vedamento da área das três janelas, além do fechamento de outras que se encontravam abertas. Novas janelas já foram encomendadas e, por serem fabricadas sob medida, serão instaladas nos próximos dias.

A assessoria informou ainda que o acidente ocorreu em um dia sem expediente e só havia seguranças nos prédios.  A Odebrecht, empresa líder do Consórcio Lote 2, esteve no local no domingo (29) e acionou a Italux, responsável pela instalação das janelas. Além da reposição das janelas, a empresa fará uma revisão geral, em caráter preventivo, em todos os andares dos prédios da sede.

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