A OBSCURA HISTORIA DE DILMA ROUSSEF

Saiba detalhes interessantes da vida clandestina da guerrilheira, Estela, Wanda, Luiza ou Patrícia codinomes de Dilma Vana Rousseff Linhares , ministra da Casa Civil e candidata à presidência da República pelo PT.



Em 1965, com 17 anos, Dilma entrou para Escola Estadual Central, um centro de agitação do movimento estudantil secundarista, e começou sua doutrinação. Dois anos depois militava na Política Operária – POLOP.

A POLOP foi criada em 1961 e teve origem no Partido Socialista Brasileiro e já agia muito antes da contra-revolução.

Em 12 de março 1963, a POLOP apoiou e orientou a subversão dos sargentos em Brasília – 600 militares , entre cabos, sargentos e suboficiais da Marinha e Aeronáutica, apoiados pelo dirigente da POLOP Juarez Guimarães de Brito, que se deslocou do Rio de Janeiro para Brasília, se rebelaram e ocuparam a cidade. Dominada a rebelião duas pessoas estavam mortas;o soldado Divino Dias dos Santos e o motorista civil Francisco Moraes.

Ainda nessa época, a POLOP concitou o PCB, através de uma “Carta Aberta”, a romper com o reformismo e com o governo de João Goulart Logo após, a POLOP passou por uma fase de muita polêmica quanto às linhas de ação a serem seguidas para decidir o melhor método para implantação do comunismo no Brasil. Uma ala defendia a formação de uma Assembléia Nacional Constituinte e outra dava prioridade à luta armada . Dilma, aos 20 anos, inclinou-se para a luta armada e juntou-se ao grupo que optou pela violência.

FICHA POLICIAL LIMPA?


Em abril de 1968, os militantes da POLOP de Minas Gerais e da Guanabara, e do Movimento Nacional Revolucionário – MNR – de Brizola se reuniram e entabularam negociações para a criação de uma nova organização político militar. Ao mesmo tempo, o pessoal da POLOP/GB realizou uma Conferência, na qual foi aprovado o documento “Conçepção da Luta Revolucionária”, onde ficou praticamente aprovada a linha política da futura Organização Político Militar – OPM. O documento definiu a revolução brasileira como sendo de caráter socialista e o caminho a seguir o da luta armada, através do foco guerrilheiro, visto como “a única forma que poderá assumir, agora, a luta armada revolucionária do povo brasileiro”.

O processo para a tomada do poder iniciar-se-ia com a criação de um pequeno núcleo rural -: o foco -, que, através do desencadeamento da luta armada no campo, cresceria e se multiplicaria com a conscientização das massas, até a constituição de um Exército Popular de Libertação. As cidades eram vistas como fontes para o apoio logístico e a guerrilha urbana nelas desencadeadas serviria para manter ocupadas as forças legais. Os atos de terrorismo e sabotagem deveriam obedecer a um rígido critério político, estabelecido pelo comando da OPM.

Em julho de 1968,dissidentes da POLOP realizaram um Congresso Nacional num sítio em Contagem, Minas Gerais no qual foi criado o Comando de Libertação Nacional – COLINA -, com o seu Comando Nacional – CN – integrado por Ângelo Pezzuti da Silva e Carlos Alberto Soares de Freitas, em Minas Gerais, e Juarez Guimaraes de Brito e Maria do Carmo Brito, na Guanabara.
foi criado, diretamente ligado ao Comando Nacional – CN -, o Setor Estratégico, subdividido em:

a- Comando Urbano que era constituido pelo Setor Operário e Estudantil. Esse setor era o responsável pelo trabalho de massa nas fábricas, empresas, sindicatos, faculdades, etc. Esse trabalho era executado pelas células, por meio das atividades de recrutamento e de agitação e propaganda. O setor editava o jornal “O Piquete”.

b- Comando militar era composto pelos Setores de Levantamento de Áreas; Inteligência; Expropriação; Terrorismo e Sabotagem; e Logistico.

 A partir de setembro de 1968 o Setor de Levantamento de Áreas deu início a uma série de viagens pelo interior do país, a fim de selecionar as regiões mais favoráveis à instalação de guerrilhas. Após estudar mais de sete estados, o COLINA se decidiu, em junho do ano seguinte, por uma região de mais de 100 mil km2 , englobando diversos municípios do Maranhão e de Goiás – Imperatriz, Porto Franco, Barra do Corda e Tocantinópolis.

Os dissidentes que optaram pela luta armada reuniram-se em torno da nova organização. Entre esses dissidentes estava Dilma Rousseff,um dos seus doutrinadores foi Apolo Heringer Lisboa, dirigente do Colina. Ele começou a ministrar-lhe aulas de marxismo, quando Dilma ainda era secundarista.


Dilma conheceu seu futiuro marido ,o jornalista mineiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, no meio subversivo. Ele também optara pela luta armada. Galeno serviu ao Exército por três anos e, também militou na POLOP. Atuou ativamente na sublevação dos marinheiros. Esteve preso por cinco meses na Ilha das Cobras, durante a Contra-Revolução. Depois disso, obteve Habeas Corpus, foi solto e voltou para continuar a militar em Belo Horizonte.

Dilma e Galeno um ano depois se casaram. Dilma , participava de passeatas para apoiar os operários em greve em Contagem . A dupla prometia. Galeno, em entrevista à revista Piaui, declarou que aprendera a fabricar bombas na fármácia de seu pai.

Dilma tinha tarefas específicas no COLINA: a confecção do Jornal O Piquete, a preparação das aulas de marxismo. Tinha também aulas sobre armamentos, tiro ao alvo e explosivos. Grande parte dessas aulas era ministrada nos arredores de Belo Horizonte pelo ex-sargento da Aeronáutica João Lucas Alves . João Lucas também dava instruções de técnicas de guerrilha à Dilma.


Cláudio Galeno, 1º marido de
Dilma, em 01/01/70 sequestrou
um avião que foi levado para Cuba
Seu instrutor de tiro, João Lucas foi um dos executores do major do exército alemão Edward Ernest Tito Otto Maximilian von Westernhagen, em 01/07/68, que fazia curso de Estado Maior, na Praia Vermelha, RJ, morto por engano, ao ser confundido com um militar boliviano, que também fazia o mesmo curso e que era acusado de ter morto Che Guevara.
 Galeno, em entrevista à Revista Piauí, demonstra mais que uma simples relação de militância com João Lucas Alves, e sim intimidade. Galeno inclusive declara que João Lucas se hospedava na casa deles.
Dilma e Galeno viviam perigosamente rodeados de gente que pretendia, como motivação principal, instalar um regime marxista leninista, como pregavam os estatutos da organização na qual militavam ativamente. Seu apartamento era visitado pela cúpula do COLINA. Derrubar o regime militar era o pretexto para atrair militantes para a causa principal – instalar uma ditadura nos moldes de Cuba.

Folha de S.Paulo 05/4/2009

Embora o COLINA tivesse conseguido recrutar adeptos em Porto Alegre, Goiania e Brasília nunca deixou de ser uma organização política militar tipicamente mineira, com um núcleo na Guanabara – RJ -, onde havia recrutado um grupo de ex-militares que já tinha atacado duas sentinelas: a primeira , em 17 de março de 1968, no Museu do Exército, na Praça da República , a qual foi baleada por Antonio Pereira Mattos e teve o seu FAL roubado; e a segunda em 23 de maio do mesmo ano, na Base Aérea do Galeão, quando foi roubado a sua pistola.45.
Dentre as ações do COLINA , em 1968, podem ser destacadas: em 28 de agosto, assalto ao Banco Comércio e Indústria de Minas Gerais, agência Pedro II , em Belo Horizonte; em 4 de outubro, assalto ao Banco do Brasil, na cidade industrial de Contagem, em MG; em 18 de outubro, dois atentados a bomba em Belo horizonte, nas residências do Delegado Regional do Trabalho e do Interventor dos Sindicatos dos Bancários e dos Metalúrgicos; em 25 de outubro, no Rio de Janeiro, Fausto Machado Freire e Murilo Pinto da Silva assassinaram Wenceslau Ramalho Leite, com quatro tiros de pistola Luger 9mm, quando lhe roubavam o carro; e, em 29 de outubro, assalto ao Banco Ultramarino, agência de Copacabana, no Rio de Janeiro.

A organização de Dilma tinha algumas armas, algum dinheiro e algumas dezenas de militantes dispostos a tudo No dia 14 de janeiro de 1969, praticaram, simultâneamente, dois assaltos: aos Bancos da Lavoura e Mercantil de Minas Gerais, em Sabará, onde roubaram 70 milhões de cruzeiros. Participaram dessas ações os seguintes militantes do COLINA: Ângelo Pezzuti da Silva, Murilo Pinto da Silva, Afonso Celso Lana Leite, Antonio Pereira Mattos, Erwin Rezende Duarte, João Marques Aguiar, José Raimundo de Oliveira, Júlio Antonio Bittencourt de Almeida, Nilo Sérgio Menezes Macedo, Maria José de Carvalho Nahas, Pedro Paulo Bretas e Reinaldo José de Melo.
Nessa mesma noite, Ângelo Pezzuti da Silva, principal dirigente do COLINA, foi preso. Suas declarações possibilitaram a prisão de diversos membros do COLINA, dentre os quais, José Raimundo de Oliveira, do Setor de Terrorismo e Sabotagem, e Pedro Paulo Bretas e Antonio Pereira Mattos, do Setor de Expropriação.
Esses depoimentos levaram a polícia a desbaratar três “aparelhos” do COLINA, em Belo Horizonte, na madrugada de 29 de janeiro de 1969. A uma hora, onze policiais dirigiram-se ao “aparelho” da Rua Itaí, “entregue” por Ângelo Pezzuti, onde só encontraram documentos da organização. Às duas horas e trinta minutos, foram para o “aparelho” delatado por Pedro Paulo Bretas, na Rua XXXIV, número 31 onde encontraram explosivos armas e munições. Às quatro horas, reforçados por três guardas-civis, de uma rádiopatrulha, os policiais chegaram ao terceiro “aparelho”, na rua Itacarambu, 120, também entregue por Pedro Paulo Bretas. No local sete militantes estavam reunidos planejando uma linha de ação para resgatar Ângelo Pezuti da prisão.


O ano de 1969 seria crítico para o COLINA. Uma sequência de prisões debilitaria a organização forçando a sua fusão por um pequeno período com a VPR .
No Rio de janeiro, o casal fazia parte dos “deslocados” – militantes transferidos de outros locais por serem procurados. Entre eles estava Fernando Pimentel, que viria a ser prefeito de Belo Horizonte.
Quem recebeu os “deslocados” do COLINA no Rio de Janeiro foram os dirigentes Juarez Brito e Maria do Carmo, mas, como eram muitos, não havia como alojá-los . Dilma e Galeno moraram em um pequeno hotel e depois em um apartamento, até Galeno ser transferido pela organização para atuar em Porto Alegre, em contato com uma célula dissidente do “Partidão”.
Dilma continuou no Rio, ajudando a direção do COLINA. Transportava armas, dinheiro e munição para os militantes. Participava de reuniões, redigia documentos e discutia ações da organização. Em uma dessas reuniões conheceu o advogado Carlos Franklin Paixão Araújo e começaram um namoro que a levou ao fim seu casamento com Galeno.
Dilma não foi presa e condenada, como diz, por crime de opinião. As organizações nas quais militou praticaram de todo tipo de ação armada , de assaltos a bancos e casas particulares, hospitais e quartéis, sequestros de diplomatas e aviões, atentados a bomba, assassinatos e ” justiçamentos”;
Se Dilma não usou armas ,como diz, tavez tenha sido por medo ou falta de oportunidade, já que declarou sabia manejar , montar e desmontar um fuzil em questões de minutos. Também em reportagem a revista Piaui de abril de 2009 , declarou que escondeu, junto com uma companheira de luta armada , grande parte das armas da Var-Palmares, em seu quarto , em uma pensão.

O Brasil não merece isso para presidente


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